Uma visão prática sobre o uso do ERP

O uso de sistemas de gestão traz oportunidades transformadoras para o setor industrial, possibilitando a criação de um gerenciamento integrado, ágil e eficiente.

Por: Thiago Leão 25/07/2022

A figura do ERP, enquanto um software de gestão empresarial, costuma encabeçar iniciativas voltadas para a transformação digital dos processos. Para a indústria, fica exposta a necessidade de se ter um gerenciamento ativo, transparente e próximo à realidade do que está acontecendo dentro da fábrica. No caminho para uma gestão moderna e integrada, optar por uma solução reconhecida pelo mercado, cujo prestígio se justifica em termos práticos, é um diferencial que não pode ser ignorado.

Por outro lado, se os benefícios ligados ao ERP são promissores, também é importante entender como a ferramenta funcionará no cotidiano operacional da empresa, passando, inclusive, pela relação da máquina com os colaboradores. Nesse sentido, um ponto que pode orientar a discussão é o fluxo de dados, como um fator impactado de forma radical pela implantação de novas tecnologias.

Um pressuposto básico para o universo tecnológico é a postura de aprimoramento contínuo que norteia quem trabalha com o tema. Isso se aplica com fidelidade aos sistemas de gestão disponíveis atualmente, que evoluíram significativamente. Há alguns anos, a usabilidade era muito pior e pouco intuitiva, o que apenas dificultava a aderência de contratantes sem expertise em inovação.

Mais controle e segurança para crescer

O ERP proporciona, de modo abrangente e online, um acompanhamento em tempo real do que está acontecendo dentro da empresa, abraçando todas as fases de produção do produto. Com isso, o gestor conseguirá visualizar, por exemplo, quem está cuidando do procedimento, em qual setor ele se encontra e quais são os insumos empregados. Essa rastreabilidade e agilidade da informação representam um trunfo exclusivo à tecnologia. O resultado é uma gerência preparada para agir com rapidez e precisão, em uma postura muito mais proativa. Sem esse respaldo, as indústrias atuarão de maneira reativa, fomentando um ambiente de atividades morosas e prejudiciais ao desempenho coletivo.


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De qualquer lugar, visto a vantagem de se contar com uma ferramenta hospedada em nuvem, o líder terá à disposição tudo que envolve o status das operações realizadas. Sem dúvidas, trata-se de mais clareza e estabilidade para reconhecer pontos de melhoria, valorizar o que está dando certo e avançar com iniciativas alinhadas com os tempos que vivemos.

Um novo patamar de coleta e análise de dados

Frente ao alto nível de volume operacional, o armazenamento e fluxo de dados pode ser um desafio complexo para companhias do meio industrial. Além de coletar informações com eficiência, o ERP abre portas para que esses materiais sejam convertidos em melhores decisões, dessa vez mais assertivas e proveitosas. Em resumo, o objetivo, aqui, é justamente oferecer dados de qualidade, para que o contratante atinja um patamar consolidado de desempenho e disrupção.

Fato é que a tecnologia ajuda em praticamente todas as esferas. Por meio de um software simplificado, intuitivo e livre de burocracias, é possível integrar as áreas internas e manter uma comunicação dinâmica com os departamentos. Por fim, sempre de acordo com demandas naturais à cada empresa, o ERP pode e deve suportar características particulares do segmento industrial, controlando a produção, oferecendo insights confiáveis e reunindo as condições necessárias para uma gestão 4.0.

 

Imagem de capa: Deposiphotos.com

*O conteúdo e a opinião expressa neste artigo não representam a opinião do Grupo CIMM e são de responsabilidade do autor.

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Thiago Leão

Diretor Comercial da Nomus, empresa especializada no desenvolvimento de sistemas para excelência na gestão de indústrias. Engenheiro Mecânico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).