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ProConcept estima faturar cinco vezes mais em 2020

A projeção foi feita após uma análise de mercado, em que se verificou a real intenção das empresas de diferentes áreas de atuação de investir em tecnologias e em automação, visando iniciar ou dar continuidade aos seus processos de transformação digital
Por: Assessoria de Imprensa       28/10/2019

A ProConcept Sistemas, empresa especializada em consultoria e implantação de tecnologias da Indústria 4.0, fechará 2019 com faturamento superior a R$ 1 milhão e a expectativa para 2020 é faturar cerca de cinco vezes mais, totalizando mais de R$ 5 milhões. Um resultado significativo para uma empresa com pouco mais de dois anos de atuação e que iniciou suas atividades como revenda da PTC no Brasil - empresa norte-americana de softwares como IoT, PLM e CAD - e que em abril deste ano passou também a fazer parte da rede de parceiros da i-IoT Solutions para implementar no país as soluções da sensemetrics, Hexagon Xalt e Oden Technologies.

A estimativa de crescimento para o próximo ano não se trata de uma simples especulação, mas baseia-se em propostas que já estão em negociação, segundo explica Elcio Pereira Diniz, diretor executivo da ProConcept. “Prospectamos mais de 50 empresas de diferentes áreas de atuação e praticamente todas mostraram-se interessadas em investir em soluções da Indústria 4.0, sendo que boa parte delas deverá fazê-lo nos próximos meses e outras, inclusive, iniciaram projetos piloto”. Esse trabalho de prospecção, iniciado no final de 2017, segundo Diniz, também possibilitou à ProConcept identificar que há muitas empresas de pequeno porte que têm essa mesma preocupação de se adequarem à transformação digital já em curso.


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“Nossa percepção sobre o mercado é de que mesmo com a crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos, existe uma grande preocupação por parte das empresas de se encaixar nessa nova realidade do mundo digital”, destaca Diniz. É o que comprovam os estudos de algumas entidades, como a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizada em junho passado com empresários de 334 indústrias de grande porte (com mais de 250 funcionários), revelando que 36% deles afirmaram que pretendem investir ainda em 2019 para melhorar seus processos produtivos, otimizar a eficiência e a competitividade. Segundo a entidade, 59% dos entrevistados mostraram-se inclinados a destinar recursos para aquisição de máquinas e equipamentos, e 18% alegaram que pretendem investir em novas tecnologias digitais e automação.

Outra pesquisa, realizada no terceiro trimestre deste ano pela Boa Vista Serviços SCPC com cerca de mil empresários em todo o país, mostrou que 50% das micro e pequenas empresas estão dispostas a investir em tecnologia até o final de 2019. O percentual aumenta nas de maior porte: 78% das médias empresas e 63% das grandes.

Na avaliação de Diniz, engenheiro civil que soma 49 anos de experiência, investir em tecnologias disruptivas, e especialmente em IoT (Internet das Coisas), é hoje uma questão preponderante para a sobrevivência no mercado. “Minha geração, da década de 1940, passou por muitas mudanças, mas a fase atual, de transformação do mundo físico (analógico) para o digital, é totalmente diferente devido à rapidez com que tudo acontece. E todas as empresas, inclusive as de menor porte, precisam de soluções que assegurem sua sobrevivência num mundo globalizado e cada vez mais competitivo”, destaca.

Segundo o executivo, a decisão de ampliar o leque de soluções ofertadas tem como objetivo auxiliar as empresas menores a se inserirem nessa nova ordem mundial. “São tecnologias mais acessíveis, não apenas em termos de custos, como também em facilidade e agilidade de implementação e adequadas para empresas de vários segmentos, como as de siderurgia, mineração, construção civil, manufatura, entre outras indústrias, e até pequenos negócios, como empreendimentos comerciais e de serviços”, justifica.

Outra meta da ProConcept é consolidar cada vez mais sua parceria com a PTC. “Queremos nos tornar uma das principais revendas no país, apoiando as empresas de médio e grande porte a concretizarem projetos de maior complexidade, alguns dos quais já estão sendo realizados”, completa Diniz.

 


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